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» A escova dental deve ter, preferencialmente, cabeça pequena (para alcançar mais facilmente todas as áreas da boca, como os dentes posteriores), cerdas macias e tufos concentrados e do mesmo tamanho. Uma escova de cerdas macias ou extra macias dura, em média, 90 dias. Após esse período, as cerdas perdem sua efetividade;

» Para dentes naturais, deve ser macia ou extra macia, porque é necessário escovar os tecidos moles da boca, e, nesse caso, as escovas duras são contra indicadas por machucarem essas áreas, podendo provocar desgaste dos dentes, retração gengival e até dor;

» Quanto ao cabo (flexível ou não), escolha o mais confortável para você;

» Troque sua escova de dente a cada três meses ou depois de uma forte gripe, para diminuir o risco de nova infecção por germes que aderiram às cerdas;

» Escova interdental tem sido utilizada na limpeza de próteses fixas e em casos de pacientes com problemas na gengiva, que perderam a papila gengival (gengiva que fica entre os dentes). Entretanto, esta escova não é indicada para pessoas com tecidos gengivais sadios, pois pode lesionar a região, sendo mais aconselhável o uso do fio dental;

» Escovas elétricas têm sido indicadas para pessoas com dificuldades motoras, e também para idosos com elevado risco de cáries. Quando indicadas, devem ser macias e ter, de preferência, movimento elíptico no uso ;

» Escovas duras são indicadas para escovação de dentaduras. Há no mercado as específicas para próteses, maiores e com o formato mais adequado.

 

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